O Parça não nasceu numa sala de reunião. Nasceu da conta de cabeça no farol, da corrida que não valeu a pena — vista de perto, no dia a dia de quem roda. A gente constrói lado a lado com quem vive o problema.
Cresceu vendo o pai rodar de aplicativo pra fechar o mês — e ouvindo a frustração de aceitar corrida ruim no susto. Transformou essa dor de perto no Parça, construído ouvindo motorista de verdade a cada passo.
Desenvolvedor que enxergou nos relatos da rua um problema de dados e tempo de reação. Construiu o motor que lê a corrida e entrega a informação clara em menos de um segundo — sempre validando com quem está no volante.
A gente nunca manda aceitar ou recusar. A gente entrega o dado claro e devolve a decisão pra quem está no volante.
Na rua, decisão é em segundos. Tudo no Parça é feito pra você bater o olho e seguir — sem tirar o foco da direção.
O número que importa é o que sobra no bolso. A gente desconta o combustível e mostra a verdade.
Baixa o Parça, testa de graça e me conta o que achou. A gente lê tudo.